O salário mínimo terá reajuste de 6,79% em 2026, passando de R$ 1.518 para R$ 1.621, com vigência a partir de 1º de janeiro. O novo valor diário será de R$ 54,04 e o horário, de R$ 7,37. O aumento considera a inflação medida pelo INPC (4,18%) mais 2,5% de ganho real.
Além de salários, o reajuste impacta diversos programas e benefícios federais. Aposentadorias do INSS no valor do mínimo serão reajustadas no mesmo percentual; benefícios acima do mínimo terão correção pelo INPC. O BPC continuará pagando um salário mínimo, com critério de renda familiar per capita de até 25% do piso.
O abono salarial PIS/Pasep será calculado com base no novo mínimo, beneficiando cerca de 26,9 milhões de trabalhadores, com pagamentos a partir de fevereiro. O seguro-desemprego também acompanhará o novo piso, embora os valores finais ainda dependam de formalização.
O CadÚnico terá novo limite de renda para inclusão, equivalente a até meio salário mínimo por pessoa. As contribuições dos MEIs subirão para R$ 81,05 mensais (5% do mínimo), e, no caso do MEI caminhoneiro, para valores entre R$ 202,42 e R$ 207,42. Outras contribuições e benefícios do INSS, como auxílio-reclusão e salário-família, também serão ajustados, aguardando regulamentação. IE
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