A partir de agora, a expectativa para o início da Copa do Mundo cresce ainda mais. Faltam apenas cinco dias para a bola rolar. Em qualquer conversa que temos, o assunto inevitavelmente é a competição e a Seleção Brasileira.
Hoje mesmo estive no Parque São Jorge, em Presidente Venceslau, conversando com algumas pessoas e perguntando o que esperam do torneio. Entre os presentes estavam Dagmar, Nenê Sobieski, Cabral, Nakai e Ronildo. Três deles acreditam que o Brasil chega sem grandes chances de conquistar o título.
Nakai observou que, em uma competição curta como a Copa do Mundo, tudo pode acontecer. Segundo ele, é muito difícil fazer qualquer previsão segura sobre quem será o campeão.
Já Ronildo fez uma observação interessante. Para ele, justamente por se tratar de um torneio de curta duração, a convocação deveria priorizar os jogadores que vivem o melhor momento técnico. Em suas palavras, aqueles que estão “comendo a bola”, como diz o jargão popular. Na opinião dele, infelizmente esse não tem sido o principal critério adotado nas últimas Copas.
Moral da história: pelo menos naquele grupo, não encontrei ninguém verdadeiramente entusiasmado com a participação do Brasil na Copa do Mundo. Claro que todos vão torcer fervorosamente pela Seleção, como sempre fizeram ao longo dos anos. Mas otimismo em relação à conquista do título? Neca de pitibiriba.















