A herpes congênita tem se destacado como a infecção mais grave e prolongada entre recém-nascidos em UTIs no Brasil, segundo estudo do Hospital Israelita Albert Einstein. Embora rara, a doença responde por 32% da ocupação de leitos neonatais por infecções congênitas no Sistema Único de Saúde.
Transmitida principalmente no parto, a infecção pode causar complicações graves, como sequelas neurológicas e até morte. Os principais sinais incluem lesões na pele, febre, dificuldade para se alimentar e convulsões.
O tratamento exige internação de duas a três semanas e uso de antivirais, o que eleva os custos. O diagnóstico precoce é essencial para reduzir riscos.
O levantamento também aponta aumento nas internações por infecções congênitas no país nas últimas décadas, além de desigualdade no acesso a UTIs neonatais, principalmente em regiões mais afastadas. IEs









