Presente no dia a dia dos brasileiros, o café vai muito além da xícara: envolve uma cadeia produtiva que começa no campo e chega às mesas como símbolo cultural e econômico. No oeste paulista, indústrias em Presidente Prudente e Adamantina ajudam a manter viva essa tradição.
Em 2025, a região administrativa de Presidente Prudente produziu quase 44 mil sacas de 60 kg, em uma área de 2.224 hectares, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA). O desempenho acompanha o forte consumo nacional: o Brasil consumiu cerca de 21,4 milhões de sacas no mesmo período, o equivalente a 4,82 kg por habitante ao ano.
No cenário global, a safra 2025/2026 deve alcançar 174 milhões de sacas. Já a produção brasileira para 2026 é estimada em 66,2 milhões de sacas, alta de 17,1%, impulsionada por melhores condições climáticas, uso de tecnologia e ciclo produtivo favorável.
O Sudeste lidera o consumo no país, concentrando 41,6% da demanda. Em São Paulo, a produção é totalmente de café arábica, com expectativa de crescimento de 16%, reforçando a importância do setor para a economia regional e nacional. G1









