Guerra entra na quarta semana
A guerra no Oriente Médio entrou na quarta semana, sem qualquer sinal de cessar-fogo. Pelo contrário, o confronto continua com indicativos de uma escalada militar. No sábado (21), uma troca de ataques nas regiões que abrigam as principais instalações nucleares do Irã e de Israel colocou o mundo em alerta. O cenário de prolongamento da guerra é reforçado por uma série de fatores: o pedido bilionário de recursos pelo Pentágono, o envio de reforços militares pelos Estados Unidos, a postura desafiadora do Irã e as promessas de Israel de intensificar os ataques. Em meio a isso, declarações contraditórias do presidente dos EUA, Donald Trump, aumentam a incerteza sobre os rumos da guerra. g1
Caça americano atingido na guerra
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou neste domingo (22) que atingiu um caça F-15 “inimigo” que sobrevoava a costa sul do país, segundo agências estatais iranianas. Segundo comunicado atribuído à Guarda Revolucionária e compartilhado pelas agências estatais Irna e Tasnim, o caça foi detectado perto da ilha de Ormuz, que pertence ao Irã e fica no Estreito de Ormuz, e alvejado com defesas aéreas terra-ar. g1
Irã afirma que navios do Japão podem cruzar Estreito de Ormuz
O Irã está disposto a ajudar navios japoneses a atravessarem o Estreito de Ormuz, afirmou o ministro das Relações Exteriores de Teerã, Abbas Araghchi, em entrevista à agência de notícias Kyodo publicada neste sábado (21). “Não fechamos o estreito. Do nosso ponto de vista, ele está aberto”, declarou Araghchi, esclarecendo que a rota marítima comercial no Golfo Pérsico está bloqueada “apenas para navios pertencentes a inimigos, países que atacam” o território iraniano. O Japão é o quinto maior importador de petróleo no mundo, sendo que 95% da matéria-prima obtida por Tóquio provém do Oriente Médio, com 70% transitando pelo Estreito de Ormuz. ISTOÉ








