
O sistema de pagamentos instantâneos Pix está prestes a ampliar a recém-conquistada liderança sobre os cartões de crédito no e-commerce e responder por metade das transações nesse mercado até 2028, afirmou a fintech de pagamentos Ebanx em um novo estudo.
A projeção destaca a rápida ascensão do sistema criado pelo Banco Central. Desde seu lançamento no fim de 2020, o Pix reduziu de forma acentuada o uso de dinheiro em espécie no país, tendo desde 2023 superado o número combinado de operações feitas com cartões de crédito e débito.
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No ano passado, ele também entrou na mira dos Estados Unidos em uma investigação sobre práticas comerciais potencialmente desleais, com Washington questionando o papel duplo do BC como operador do Pix e regulador do sistema financeiro.
A onipresença do meio de pagamento tem pressionado a participação das transações com cartões, segmento em que as empresas norte-americanas Mastercard e Visa seguem dominantes.
Por muito tempo um reduto inconteste dos cartões de crédito, o mercado brasileiro de e-commerce viu o Pix responder por 42% das compras online no ano passado, superando por pequena margem os cartões de crédito, que ficaram com 41%, segundo o Ebanx.
Com base em dados da Payments and Commerce Market Intelligence (PCMI), o Ebanx projeta que a participação do Pix nas compras online chegue a 45% até o fim deste ano e atinja 50% em 2028, quando a vantagem sobre os cartões de crédito deve se ampliar para 14 pontos percentuais. ID
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