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Pelo menos 538 pessoas morreram em duas semanas de protestos contra o governo e a pressão econômica no Irã, de acordo com grupo HRANA, de direitos humanos, neste domingo, 11. Antes, a organização tinha contabilizado 203 mortes durante as manifestações.
Outra organização, a Iran Human Rights, contabiliza 192 mortes em decorrência dos protestos, que já duram duas semanas. “Desde o início dos protestos, a organização Iran Human Rights confirmou a morte de pelo menos 192 manifestantes”, afirmou a ONG sediada na Noruega, acrescentando que o número de mortos pode ser muito maior, pois uma interrupção na internet os impediu de verificar os dados por vários dias. O número de mortos anterior era de 51.
Manifestantes voltaram às ruas de cidades do Irã para protestar contra o regime dos aiatolás na noite deste sábado (10/01), entoando slogans antigovernamentais, apesar dos crescentes temores de uma repressão brutal no país, que está isolado do mundo por um bloqueio da internet.
ONGs relataram dezenas de mortes desde o início dos protestos, há duas semanas, inicialmente devido ao alto custo de vida. A República Islâmica enfrenta uma mobilização sem precedentes em três anos e um de seus maiores desafios desde sua fundação, em 1979. AFP
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