As 25 famílias mais ricas do mundo acumulam uma fortuna combinada de US$ 2,9 trilhões (R$ 17 trilhões), um aumento de US$ 358,7 bilhões (R$ 2,1 trilhões) em relação ao ano anterior, segundo a Bloomberg. Entre os fatores que impulsionaram esse crescimento estão a valorização de ações, a alta demanda por commodities como metais e produtos de consumo, além da experiência e influência acumuladas por essas famílias ao longo de décadas.
O patamar mínimo para integrar o ranking também subiu significativamente: agora é necessário ter uma fortuna de pelo menos US$ 46,4 bilhões (R$ 271 bilhões), valor US$ 9,7 bilhões (R$ 57 bilhões) superior ao do ano passado. Quatro famílias estrearam na lista em 2025, vindas de quatro continentes diferentes: os Larrea Mota Velasco (México) e os Luksic (Chile), ambos com fortunas originadas na mineração de cobre; os Del Vecchio (Itália), donos da EssilorLuxottica; e os Olayan (Arábia Saudita), com um império diversificado e forte presença em Wall Street. Negócios
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