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Leila Pereira defendeu a possibilidade de um terceiro mandato consecutivo no Palmeiras e negou que a mudança do estatuto represente um “golpe”. Em reunião do Conselho Deliberativo, citou o Real Madrid e o longo período de Florentino Pérez no cargo para justificar que a continuidade pode ser positiva quando há competência.
A presidente criticou conselheiros vitalícios contrários à proposta e afirmou que a alternância de poder não deve ser regra fixa. Para concorrer novamente, o estatuto precisa ser alterado, com aprovação do Conselho e dos associados. Leila ainda não tem os votos necessários, mas a proposta ganhou força recentemente e tem apoio de ex-presidentes. Se aprovada, ela poderia permanecer no cargo até 2030. EC
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