Uma mãe relatou a luta do filho, Lorenzzo, contra a leucemia linfocítica aguda (LLA) desde 2019, quando, aos 4 anos, sofreu uma queda em um escorregador que revelou sintomas iniciais da doença. O diagnóstico demorou a ser confirmado, passando por suspeitas de dengue, virose e até leucemia, até que finalmente foi confirmada em Vitória.
Ele iniciou quimioterapia, enfrentou recidivas e chegou a passar por transplante de medula em São Paulo, com o pai como doador. Em 2024, após a segunda recidiva, Lorenzzo participou de um tratamento inovador com CAR-T Cell, uma terapia de edição genética de linfócitos T, voltada a atacar as células cancerígenas. O procedimento exigiu internação na UTI por três dias devido a complicações, mas foi bem-sucedido.
Hoje, Lorenzzo tem 10 anos, voltou à escola, à recreação e ao convívio social, mantendo a doença em remissão. O CAR-T Cell ainda exige acompanhamento contínuo, incluindo reaplicação de vacinas, mas trouxe esperança de cura mesmo após falhas dos tratamentos convencionais.
A mãe reforça a importância da fé, persistência e esperança, destacando a alegria do filho apesar do longo percurso de tratamentos e internações.
O CAR-T Cell, testado no Brasil desde 2022, é uma terapia promissora para leucemias e linfomas resistentes ou recidivantes, já aplicada em pacientes pediátricos, como Lorenzzo.
CM Camila









