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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), esteve no oeste paulista, para cumprir agenda em Presidente Venceslau (SP) nesta quarta-feira (19). Durante a coletiva, Tarcísio comentou sobre a candidatura para eleição presidencial e defendeu o PL Antifacção.
Ao ser questionado sobre a possibilidade do Tarcísio ser candidato à Presidente da República, ele respondeu que: “Está longe as eleições do ano que vem, estou extremamente focado no trabalho aqui em São Paulo”.
Já sobre o PL Antifacção, aprovado pela Câmara dos Deputados na noite de terça (18) por 370 votos a favor e 110 contra. O governador disse que a proposta dá mais ferramenta ao poder público, para combater o crime organizado das facções, enquanto atua em alguns temas que são fundamentais. Um deles é o endurecimento de penas.
Durante a coletiva, Tarcísio disse que os novos tipos penais oferece mais clareza, facilitando as aplicações de pena e leis. ”Isso vai ser mais ferramenta para o judiciário ser duro com os membros dessas facções criminosas”.
Outro ponto do PL que o governador destacou é o que ele chama de asfixia financeira, impedir que o recurso ilícito siga para financiar a própria defesa do criminoso. “A gente tem uma modernização também da lei de execução penal”.
“Isso ajuda a ter penas mais duras, ajuda a entregar para o cidadão aquilo que ele quer. O cidadão quer que o criminoso fique preso, que o criminoso pague pelo crime que ele comete. E esses caras que cometem crimes que aterrorizam a sociedade, eles têm que pagar por mais tempo, de forma mais pesada”, informou Tarcísio.
Segundo o governador, a partir do PL Antifacção, os envolvidos ao crime deixarão de ter acesso a determinados benefícios da legislação. “É um passo onde o Estado brasileiro deixa de ser leniente, respondendo ao clamor da sociedade. Eu acho que é um grande marco, um grande passo”. AMN/g1
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